{"id":16125,"date":"2012-02-29T19:53:06","date_gmt":"2012-02-29T19:53:06","guid":{"rendered":"http:\/\/unasp-ec.educacao.ws\/centrowhite\/?page_id=26"},"modified":"2012-02-29T19:53:06","modified_gmt":"2012-02-29T19:53:06","slug":"crencas-fundamentais-dos-adventistas-do-setimo-dia","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/brendolin.com.br\/centrowhite\/iasd\/crencas-fundamentais-dos-adventistas-do-setimo-dia\/","title":{"rendered":"Cren\u00e7as"},"content":{"rendered":"<h1>Cren\u00e7as Fundamentais da Igreja Adventista do S\u00e9timo Dia<\/h1>\n<p>Os Adventistas do S\u00e9timo Dia aceitam a B\u00edblia como seu \u00fanico credo e mant\u00eam certas cren\u00e7as fundamentais como sendo o ensino das Escrituras Sagradas. Estas cren\u00e7as, da maneira em que s\u00e3o apresentadas aqui, constituem a compreens\u00e3o e a express\u00e3o do ensino das Escrituras por parte da Igreja. Podem ser\u00a0feitas revis\u00f5es destas declara\u00e7\u00f5es\u00a0em assembl\u00e9ia da Associa\u00e7\u00e3o Geral, quando a Igreja \u00e9 levada pelo Esp\u00edrito Santo a uma compreens\u00e3o mais completa da verdade b\u00edblica ou encontra melhor linguagem para expressar os ensinos da Santa Palavra de Deus. Abaixo temos as 28 doutrinas fundamentais da igreja:<\/p>\n<h2>01. As Escrituras Sagradas<\/h2>\n<p>As Escrituras Sagradas, o Antigo e Novo Testamentos, s\u00e3o a Palavra de Deus escrita, dada por inspira\u00e7\u00e3o divina, atrav\u00e9s de santos homens de Deus que falaram e escreveram ao serem movidos pelo Esp\u00edrito Santo. Nesta Palavra, Deus transmitiu ao homem o conhecimento necess\u00e1rio para a salva\u00e7\u00e3o. As Escrituras Sagradas s\u00e3o a infal\u00edvel revela\u00e7\u00e3o de Sua vontade. Constituem o padr\u00e3o do car\u00e1ter, a prova da experi\u00eancia, o autorizado revelador de doutrinas e o registro fidedigno dos atos de Deus na Hist\u00f3ria. (II Pedro 1:20 e 21; II Tim. 3:16 e 17; Sal. 119:105; Prov. 30:5 e 6; Isa. 8:20; Jo\u00e3o 17:17; I Tess. 2:13; Heb. 4:12.)<\/p>\n<h2>02. A Trindade<\/h2>\n<p>H\u00e1 um s\u00f3 Deus: Pai, Filho e Esp\u00edrito Santo, uma unidade de tr\u00eas Pessoas co-eternas. Deus \u00e9 imortal, onipotente, onisciente, acima de tudo e sempre presente. Ele \u00e9 infinito e est\u00e1 al\u00e9m da compreens\u00e3o humana, mas \u00e9 conhecido por meio de Sua auto-revela\u00e7\u00e3o. \u00c9 para sempre digno de culto, adora\u00e7\u00e3o e servi\u00e7o por parte de toda a cria\u00e7\u00e3o. (Deut. 6:4; Mat. 28:19; II Cor. 13:13; Ef\u00e9s. 4:4-6; I Pedro 1:2; I Tim. 1:17; Apoc. 14:7.)<\/p>\n<h2>03. O Pai<\/h2>\n<p>Deus, o Eterno Pai, \u00e9 o Criador, o Originador, o Mantenedor e o Soberano de toda a cria\u00e7\u00e3o. Ele \u00e9 justo e santo, compassivo e clemente, tardio em irar-Se, e grande em constante amor e fidelidade. As qualidades e os poderes manifestados no Filho e no Esp\u00edrito Santo tamb\u00e9m constituem revela\u00e7\u00f5es do Pai. (G\u00ean. 1:1; Apoc. 4:11; I Cor. 15:28; Jo\u00e3o 3:16; I Jo\u00e3o 4:8; I Tim. 1:17; \u00caxo. 34:6 e 7; Jo\u00e3o 14:9.)<\/p>\n<h2>04. O Filho<\/h2>\n<p>Deus, o Filho Eterno, encarnou-Se em Jesus Cristo. Por meio dEle foram criadas todas as coisas, \u00e9 revelado o car\u00e1ter de Deus, efetuada a salva\u00e7\u00e3o da humanidade, e julgado o mundo. Sendo para sempre verdadeiramente Deus, Ele tornou-Se tamb\u00e9m verdadeiramente homem, Jesus, o Cristo. Foi concebido do Esp\u00edrito Santo e nasceu da virgem Maria. Viveu, e experimentou a tenta\u00e7\u00e3o como ser humano, mas exemplificou perfeitamente a justi\u00e7a e o amor de Deus. Por Seus milagres manifestou o poder de Deus e atestou que era o Messias prometido por Deus. Sofreu e morreu voluntariamente na cruz por nossos pecados e em nosso lugar, foi ressuscitado dentre os mortos e ascendeu para ministrar em nosso favor no santu\u00e1rio celestial. Vir\u00e1 outra vez, em gl\u00f3ria, para o livramento final de Seu povo e a restaura\u00e7\u00e3o de todas as coisas. (Jo\u00e3o 1:1-3 e 14; Col. 1:15-19; Jo\u00e3o 10:30; 14:9; Rom. 6:23; II Cor. 5:17-19; Jo\u00e3o 5:22; Lucas 1:35; Filip. 2:5-11; Heb. 2:9-18; I Cor. 15:3 e 4; Heb. 8:1 e 2; Jo\u00e3o 14:1-3.)<\/p>\n<h2>05. O Esp\u00edrito Santo<\/h2>\n<p>Deus, o Esp\u00edrito Eterno, desempenhou uma parte ativa com o Pai e o Filho na Cria\u00e7\u00e3o, Encarna\u00e7\u00e3o e Reden\u00e7\u00e3o. Inspirou os escritores das Escrituras. Encheu de poder a vida de Cristo. Atrai e convence os seres humanos; e os que se mostram sens\u00edveis s\u00e3o por Ele renovados e transformados \u00e0 imagem de Deus. Enviado pelo Pai e pelo Filho para estar sempre com Seus filhos, Ele concede dons espirituais \u00e0 Igreja, a habilita a dar testemunho de Cristo e, em harmonia com as Escrituras, guia-a em toda a verdade. (G\u00ean. 1:1 e 2; Lucas 1:35; 4:18; Atos 10:38; II Pedro 1:21; II Cor. 3:18; Ef\u00e9s. 4:11 e 12; Atos 1:8; Jo\u00e3o 14:16-18 e 26; 15:26 e 27; 16:7-13.)<\/p>\n<h2>06. A Cria\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>Deus \u00e9 o Criador de todas as coisas e revelou nas Escrituras o relato aut\u00eantico de Sua atividade criadora. &#8220;Em seis dias fez o Senhor os c\u00e9us e a Terra&#8221; e tudo que tem vida sobre a Terra, e descansou no s\u00e9timo dia dessa primeira semana. Assim Ele estabeleceu o s\u00e1bado como perp\u00e9tuo monumento comemorativo de Sua esmerada obra criadora. O primeiro homem e a primeira mulher foram formados \u00e0 imagem de Deus como obra-prima da Cria\u00e7\u00e3o, foi-lhes dado dom\u00ednio sobre o mundo e atribuiu-se-lhes a responsabilidade de cuidar dele. Quando o mundo foi conclu\u00eddo, ele era &#8220;muito bom&#8221;, proclamando a gl\u00f3ria de Deus. (G\u00ean. 1; 2; \u00caxo. 20:8-11; Sal. 19:1-6; 33:6 e 9; 104; Heb. 11:3.)<\/p>\n<h2>07. A Natureza do Homem<\/h2>\n<p>O homem e a mulher foram formados \u00e0 imagem de Deus, com individualidade, poder e liberdade de pensar e agir. Conquanto tenham sido criados como seres livres, cada um \u00e9 uma unidade indivis\u00edvel de corpo, mente e esp\u00edrito, e dependente de Deus quanto \u00e0 vida, respira\u00e7\u00e3o e tudo o mais. Quando nossos primeiros pais desobedeceram a Deus, eles negaram sua depend\u00eancia dEle e ca\u00edram de sua elevada posi\u00e7\u00e3o abaixo de Deus. A imagem de Deus, neles, foi desfigurada, e tornaram-se sujeitos \u00e0 morte. Seus descendentes partilham dessa natureza ca\u00edda e de suas conseq\u00fc\u00eancias. Eles nascem com fraquezas e tend\u00eancias para o mal. Mas Deus, em Cristo, reconciliou consigo o mundo e por meio de Seu Esp\u00edrito restaura nos mortais penitentes a imagem de seu Criador. Criados para a gl\u00f3ria de Deus, eles s\u00e3o chamados para am\u00e1-Lo e uns aos outros, e para cuidar de seu ambiente. (G\u00ean. 1:26-28; 2:7; Sal. 8:4-8; Atos 17:24-28; G\u00ean. 3; Sal. 51:5; Rom. 5:12-17; II Cor. 5:19 e 20; Sal. 51:10; I Jo\u00e3o 4:7, 8, 11 e 20; G\u00ean. 2:15.)<\/p>\n<h2>08. O Grande Conflito<\/h2>\n<p>Toda a humanidade est\u00e1 agora envolvida num grande conflito entre Cristo e Satan\u00e1s, quanto ao car\u00e1ter de Deus, Sua lei e Sua soberania sobre o Universo. Este conflito originou-se no C\u00e9u quando um ser criado, dotado de liberdade de escolha, por exalta\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria tornou-se Satan\u00e1s, o advers\u00e1rio de Deus, e conduziu \u00e0 rebeli\u00e3o uma parte dos anjos. Ele introduziu o esp\u00edrito de rebeli\u00e3o neste mundo, ao induzir Ad\u00e3o e Eva em pecado. Este pecado humano resultou na deforma\u00e7\u00e3o da imagem de Deus na humanidade, no transtorno do mundo criado e em sua conseq\u00fcente devasta\u00e7\u00e3o por ocasi\u00e3o do dil\u00favio mundial. Observado por toda a cria\u00e7\u00e3o, este mundo tornou-se o palco do conflito universal, dentro do qual ser\u00e1 finalmente vindicado o Deus de amor. Para ajudar Seu povo nesse conflito, Cristo envia o Esp\u00edrito Santo e os anjos leais, para os guiar, proteger e amparar no caminho da salva\u00e7\u00e3o. (Apoc. 12:4-9; Isa. 14:12-14; Ezeq. 28:12-18; G\u00ean. 3; Rom. 1:19-32; 5:12-21; 8:19-22; G\u00ean. 6-8; II Pedro 3:6; I Cor. 4:9; Heb. 1:14.)<\/p>\n<h2>09. A Vida, a Morte e a Ressurrei\u00e7\u00e3o de Cristo<\/h2>\n<p>Na vida de Cristo, de perfeita obedi\u00eancia \u00e0 vontade de Deus, e em Seu sofrimento, morte e ressurrei\u00e7\u00e3o, Deus proveu o \u00fanico meio de expia\u00e7\u00e3o do pecado humano, de modo que os que aceitam esta expia\u00e7\u00e3o pela f\u00e9 possam ter vida eterna, e toda a cria\u00e7\u00e3o compreenda melhor o infinito e santo amor do Criador. Esta expia\u00e7\u00e3o perfeita vindica a justi\u00e7a da lei de Deus e a benignidade de Seu car\u00e1ter; pois ela n\u00e3o somente condena o nosso pecado, mas tamb\u00e9m garante o nosso perd\u00e3o. A morte de Cristo \u00e9 substituinte e expiat\u00f3ria, reconciliadora e transformadora. A ressurrei\u00e7\u00e3o de Cristo proclama a vit\u00f3ria de Deus sobre as for\u00e7as do mal, e assegura a vit\u00f3ria final sobre o pecado e a morte para os que aceitam a expia\u00e7\u00e3o. Ela declara a soberania de Jesus Cristo, diante do qual se dobrar\u00e1 todo joelho, no C\u00e9u e na Terra. (Jo\u00e3o 3:16; Isa. 53; I Pedro 2:21 e 22; I Cor. 15:3, 4 e 20-22; II Cor. 5:14, 15 e 19-21; Rom. 1:4; 3:25; 4:25; 8:3 e 4; I Jo\u00e3o 2:2; 4:10; Col. 2:15; Filip. 2:6-11.)<\/p>\n<h2>10. A Experi\u00eancia da Salva\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>Em infinito amor e miseric\u00f3rdia, Deus fez com que Cristo, que n\u00e3o conheceu pecado, Se tornasse pecado por n\u00f3s, para que nEle f\u00f4ssemos feitos justi\u00e7a de Deus. Guiados pelo Esp\u00edrito Santo, sentimos nossa necessidade, reconhecemos nossa pecaminosidade, arrependemo-nos de nossas transgress\u00f5es e temos f\u00e9 em Jesus como Senhor e Cristo, como Substituto e Exemplo. Esta f\u00e9 que aceita a salva\u00e7\u00e3o adv\u00e9m do divino poder da Palavra e \u00e9 o dom da gra\u00e7a de Deus. Por meio de Cristo, somos justificados, adotados como filhos e filhas de Deus, e libertados do dom\u00ednio do pecado. Por meio do Esp\u00edrito, nascemos de novo e somos santificados; o Esp\u00edrito renova nossa mente, escreve a lei de Deus, a lei de amor, em nosso cora\u00e7\u00e3o, e recebemos o poder para levar uma vida santa. Permanecendo nEle, tornamo-nos participantes da natureza divina e temos a certeza de salva\u00e7\u00e3o agora e no Ju\u00edzo. (II Cor. 5:17-21; Jo\u00e3o 3:16; G\u00e1l. 1:4; 4:4-7; Tito 3:3-7; Jo\u00e3o 16:8; G\u00e1l. 3:13 e 14; I Pedro 2:21 e 22; Rom. 10:17; Lucas 17:5; Mar. 9:23 e 24; Ef\u00e9s. 2:5-10; Rom. 3:21-26; Col. 1:13 e 14; Rom. 8:14-17; G\u00e1l. 3:26; Jo\u00e3o 3:3-8; I Pedro 1:23; Rom. 12:2; Heb. 8:7-12; Ezeq. 36:25-27; II Pedro 1:3 e 4; Rom. 8:1-4; 5:6-10.)<\/p>\n<h2>11. Crescimento em Cristo<\/h2>\n<p class=\"center\">(nova cren\u00e7a fundamental aprovada em 04 de julho de 2005, na 58\u00aa Assembl\u00e9ia da Associa\u00e7\u00e3o Geral dos Adventistas do S\u00e9timo Dia)<\/p>\n<p>Pela sua morte na cruz Jesus triunfou sobre as for\u00e7as do mal. Ele subjugou os esp\u00edritos de dem\u00f4nios durante o Seu minist\u00e9rio terrestre e quebrou o seu poder e tornou certo o seu destino final. A vit\u00f3ria de Jesus d\u00e1-nos vit\u00f3ria sobre as for\u00e7as do mal que continuam procurando controlar-nos, enquanto n\u00f3s caminhamos com Ele em paz, alegria, e a garantia do Seu amor. Agora o Esp\u00edrito Santo mora conosco e nos d\u00e1 poder. Continuamente comprometidos com Jesus como nosso Salvador e Senhor, somos livres do fardo dos nossos feitos passados. N\u00e3o mais vivemos na escurid\u00e3o, com medo dos poderes do mal, ignor\u00e2ncia, e a falta de sentido de nosso antigo estilo de vida. Nessa nova liberdade em Jesus, somos chamados a crescer na semelhan\u00e7a de Seu car\u00e1ter, comungando com Ele diariamente em ora\u00e7\u00e3o, alimentando-nos de Sua Palavra, meditando nisso e em Sua provid\u00eancia, cantando Seus louvores, reunindo-nos juntos em adora\u00e7\u00e3o, e participando na miss\u00e3o da Igreja. Na medida em que nos entregamos ao servi\u00e7o de amor \u00e0queles ao nosso redor e ao testemunho da Sua salva\u00e7\u00e3o, Sua constante presen\u00e7a conosco atrav\u00e9s do Esp\u00edrito transforma cada momento e toda tarefa numa experi\u00eancia espiritual. Raz\u00f5es b\u00edblicas: Salmos 1:1, 2; 23:4; 77:11, 12; Colossenses 1:13, 14; 2:6, 14, 15; Lucas 10:17-20; Ef\u00e9sios 5:19, 20; 6:12-18; I Tessalonicenses 5:23; II Pedro 2:9; 3:18; II Corintios 3:17, 18; Filipenses. 3:7-14; I Tessalonicenses 5:16-18; Mateus 20:25-28; Jo\u00e3o 20:21; G\u00e1latas 5:22-25; Romanos 8:38, 39; I Jo\u00e3o 4:4; Hebreus 10:25.<\/p>\n<h2>12. A Igreja<\/h2>\n<p>A Igreja \u00e9 a comunidade de crentes que confessam a Jesus Cristo como Senhor e Salvador. Em continuidade do povo de Deus nos tempos do Antigo Testamento, somos chamados para fora do mundo; e nos unimos para prestar culto, para comunh\u00e3o, para instru\u00e7\u00e3o na Palavra, para a celebra\u00e7\u00e3o da Ceia do Senhor, para servi\u00e7o a toda a humanidade, e para a proclama\u00e7\u00e3o mundial do evangelho. A Igreja recebe sua autoridade de Cristo, o qual \u00e9 a Palavra encarnada, e das Escrituras, que s\u00e3o a Palavra escrita. A Igreja \u00e9 a fam\u00edlia de Deus; adotados por Ele como filhos, seus membros vivem com base no novo concerto. A Igreja \u00e9 o corpo de Cristo, uma comunidade de f\u00e9, da qual o pr\u00f3prio Cristo \u00e9 a Cabe\u00e7a. A Igreja \u00e9 a noiva pela qual Cristo morreu para que pudesse santific\u00e1-la e purific\u00e1-la. Em Sua volta triunfal, Ele a apresentar\u00e1 a Si mesmo Igreja gloriosa, os fi\u00e9is de todos os s\u00e9culos, a aquisi\u00e7\u00e3o de Seu sangue, sem m\u00e1cula, nem ruga, por\u00e9m santa e sem defeito. (G\u00ean. 12:3; Atos 7:38; Ef\u00e9s. 4:11-15; 3:8-11; Mat. 28:19 e 20; 16:13-20; 18:18; Ef\u00e9s. 2:19-22; 1:22 e 23; 5:23-27; Col. 1:17 e 18.)<\/p>\n<h2>13. O Remanescente e Sua Miss\u00e3o<\/h2>\n<p>A Igreja universal se comp\u00f5e de todos os que verdadeiramente cr\u00eaem em Cristo; mas, nos \u00faltimo dias, um tempo de ampla apostasia, um remanescente tem sido chamado para fora, a fim de guardar os mandamentos de Deus e a f\u00e9 de Jesus. Este remanescente anuncia a chegada da hora do Ju\u00edzo, proclama a salva\u00e7\u00e3o por meio de Cristo e prediz a aproxima\u00e7\u00e3o de Seu segundo advento. Esta proclama\u00e7\u00e3o \u00e9 simbolizada pelos tr\u00eas anjos de Apocalipse 14; coincide com a obra de julgamento no C\u00e9u e resulta numa obra de arrependimento e reforma na Terra. Todo crente \u00e9 convidado a ter uma parte pessoal neste testemunho mundial. (Apoc. 12:17; 14:6-12; 18:1-4; II Cor. 5:10; Judas 3 e 14; I Pedro 1:16-19; II Pedro 3:10-14; Apoc. 21:1-14.)<\/p>\n<h2>14. Unidade no Corpo de Cristo<\/h2>\n<p>A Igreja \u00e9 um corpo com muitos membros, chamados de toda na\u00e7\u00e3o, tribo, l\u00edngua e povo. Em Cristo somos uma nova cria\u00e7\u00e3o; distin\u00e7\u00f5es de ra\u00e7a, cultura e nacionalidade, e diferen\u00e7as entre altos e baixos, ricos e pobres, homens e mulheres, n\u00e3o devem ser motivo de dissens\u00f5es entre n\u00f3s. Todos somos iguais em Cristo, o qual por um s\u00f3 Esp\u00edrito nos uniu numa comunh\u00e3o com Ele e uns com os outros; devemos servir e ser servidos sem parcialidade ou restri\u00e7\u00e3o. Mediante a revela\u00e7\u00e3o de Jesus Cristo nas Escrituras, partilhamos a mesma f\u00e9 e esperan\u00e7a, e estendemos um s\u00f3 testemunho para todos. Esta unidade encontra sua fonte na unidade do Deus tri\u00fano, que nos adotou como Seus filhos. (Rom. 12:4 e 5; I Cor. 12:12-14; Mat. 28:19 e 20; Sal. 133:1; II Cor. 5:16 e 17; Atos 17:26 e 27; G\u00e1l. 3:27 e 29; Col. 3:10-15; Ef\u00e9s. 4:14-16; 4:1-6; Jo\u00e3o 17:20-23.)<\/p>\n<h2>15. O Batismo<\/h2>\n<p>Pelo batismo confessamos nossa f\u00e9 na morte e ressurrei\u00e7\u00e3o de Jesus Cristo e atestamos nossa morte para o pecado e nosso prop\u00f3sito de andar em novidade de vida. Assim reconhecemos a Cristo como Senhor e Salvador, tornamo-nos Seu povo e somos aceitos como membros por Sua Igreja. O batismo \u00e9 um s\u00edmbolo de nossa uni\u00e3o com Cristo, do perd\u00e3o de nossos pecados e de nosso recebimento do Esp\u00edrito Santo. \u00c9 por imers\u00e3o na \u00e1gua e depende de uma afirma\u00e7\u00e3o de f\u00e9 em Jesus e da evid\u00eancia de arrependimento do pecado. Segue-se \u00e0 instru\u00e7\u00e3o nas Escrituras Sagradas e \u00e0 aceita\u00e7\u00e3o de seus ensinos. (Rom. 6:1-6; Col. 2:12 e 13; Atos 16:30-33; 22:16; 2:38; Mat. 28:19 e 20.)<\/p>\n<h2>16. A Ceia do Senhor<\/h2>\n<p>A Ceia do Senhor \u00e9 uma participa\u00e7\u00e3o nos emblemas do corpo e do sangue de Jesus, como express\u00e3o de f\u00e9 nEle, nosso Senhor e Salvador. Nesta experi\u00eancia de comunh\u00e3o, Cristo est\u00e1 presente para encontrar-Se com Seu povo e fortalec\u00ea-lo. Participando da Ceia, proclamamos alegremente a morte do Senhor at\u00e9 que Ele volte. A prepara\u00e7\u00e3o para a Ceia envolve o exame de consci\u00eancia, o arrependimento e a confiss\u00e3o. O Mestre instituiu a cerim\u00f4nia do lava-p\u00e9s para denotar renovada purifica\u00e7\u00e3o, para expressar a disposi\u00e7\u00e3o de servir um ao outro em humildade semelhante \u00e0 de Cristo e para unir nossos cora\u00e7\u00e3o em amor. A Cerim\u00f4nia da Comunh\u00e3o \u00e9 franqueada a todos os crentes crist\u00e3os. (I Cor. 10:16 e 17; 11:23-30; Mat. 26:17-30; Apoc. 3:20; Jo\u00e3o 6:48-63; 13:1-17.)<\/p>\n<h2>17. Dons e Minist\u00e9rios Espirituais<\/h2>\n<p>Deus concede a todos os membros de Sua Igreja, em todas as \u00e9pocas, dons espirituais que cada membro deve empregar em amoroso minist\u00e9rio para o bem comum da Igreja e da humanidade. Outorgados pela atua\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo, o qual distribui a cada membro como Lhe apraz, os dons prov\u00eaem todas as aptid\u00f5es e minist\u00e9rios de que a Igreja necessita para cumprir suas fun\u00e7\u00f5es divinamente ordenadas. De acordo com as Escrituras, esses dons abrangem tais minist\u00e9rios como a f\u00e9, cura, profecia, proclama\u00e7\u00e3o, ensino, administra\u00e7\u00e3o, reconcilia\u00e7\u00e3o, compaix\u00e3o, e servi\u00e7o abnegado e caridade para ajuda e anima\u00e7\u00e3o das pessoas. Alguns membros s\u00e3o chamados por Deus e dotados pelo Esp\u00edrito para fun\u00e7\u00f5es reconhecidas pela Igreja em minist\u00e9rios pastorais, evangel\u00edsticos, apost\u00f3licos e de ensino especialmente necess\u00e1rios para habilitar os membros para o ensino, edificar a Igreja com vistas \u00e0 maturidade espiritual e promover a unidade da f\u00e9 e do conhecimento de Deus. Quando os membros utilizam esses dons espirituais como fi\u00e9is despenseiros da multiforme gra\u00e7a de Deus, a Igreja \u00e9 protegida contra a influ\u00eancia demolidora de falsas doutrinas, tem um crescimento que prov\u00e9m de Deus e \u00e9 edificada na f\u00e9 e no amor. (Rom. 12:4-8; I Cor. 12:9-11, 27 e 28; Ef\u00e9s. 4:8 e 11-16; Atos 6:1-7; I Tim. 3:1-13; I Pedro 4:10 e 11.)<\/p>\n<h2>18. O Dom de Profecia<\/h2>\n<p>Um dos dons do Esp\u00edrito Santo \u00e9 a profecia. Este dom \u00e9 um sinal identificador da Igreja remanescente, e foi manifestado no minist\u00e9rio de Ellen G. White. Como a mensageira do Senhor, seus escritos s\u00e3o uma cont\u00ednua e autorizada fonte de verdade que proporciona conforto, orienta\u00e7\u00e3o, instru\u00e7\u00e3o e corre\u00e7\u00e3o \u00e0 Igreja. Eles tamb\u00e9m tornam claro que a B\u00edblia \u00e9 a norma pela qual deve ser provado todo ensino e experi\u00eancia. (Joel 2:28 e 29; Atos 2:14-21; Heb. 1:1-3; Apoc. 12:17; 19:10.)<\/p>\n<h2>19. A Lei de Deus<\/h2>\n<p>Os grandes princ\u00edpios da lei de Deus est\u00e3o incorporados nos Dez Mandamentos e foram exemplificados na vida de Cristo. Expressam o amor, a vontade e os des\u00edgnios de Deus quanto \u00e0 conduta e \u00e0s rela\u00e7\u00f5es humanas, e s\u00e3o obrigat\u00f3rios a todas as pessoas, em todas as partes. Estes preceitos constituem a base do concerto de Deus com Seu povo e a norma no julgamento divino. Por meio da atua\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo, eles apontam para o pecado e despertam o senso da necessidade de um Salvador. A salva\u00e7\u00e3o \u00e9 inteiramente pela gra\u00e7a, e n\u00e3o pelas obras, mas seu fruto \u00e9 a obedi\u00eancia aos Mandamentos. Esta obedi\u00eancia desenvolve o car\u00e1ter crist\u00e3o e resulta numa sensa\u00e7\u00e3o de bem-estar. \u00c9 uma evid\u00eancia de nosso amor ao Senhor e de nossa solicitude por nossos semelhantes. A obedi\u00eancia por f\u00e9 demonstra o poder de Cristo para transformar vidas, e fortalece, portanto, o testemunho crist\u00e3o. (\u00caxo. 20:1-17; Sal. 40:7 e 8; Mat. 22:36-40; Deut. 28:1-14; Mat. 5:17-20; Heb. 8:8-10; Jo\u00e3o 15:7-10; Ef\u00e9s. 2:8-10; I Jo\u00e3o 5:3; Rom. 8:3 e 4; Sal. 19:7-14.)<\/p>\n<h2>20. O S\u00e1bado<\/h2>\n<p>O bondoso Criador, ap\u00f3s os seis dias da Cria\u00e7\u00e3o, descansou no s\u00e9timo dia e instituiu o s\u00e1bado para todas as pessoas, como memorial da Cria\u00e7\u00e3o. O quarto mandamento da imut\u00e1vel lei de Deus requer a observ\u00e2ncia deste s\u00e1bado do s\u00e9timo dia como dia de descanso, adora\u00e7\u00e3o e minist\u00e9rio, em harmonia com o ensino e a pr\u00e1tica de Jesus, o Senhor do s\u00e1bado. O s\u00e1bado \u00e9 um dia de deleitosa comunh\u00e3o com Deus e uns com os outros. \u00c9 um s\u00edmbolo de nossa reden\u00e7\u00e3o em Cristo, um sinal de nossa santifica\u00e7\u00e3o, uma prova de nossa lealdade e um antegozo de nosso futuro eterno no reino de Deus. O s\u00e1bado \u00e9 o sinal perp\u00e9tuo do eterno concerto de Deus com Seu povo. A prazerosa observ\u00e2ncia deste tempo sagrado duma tarde a outra tarde, do p\u00f4r-do-sol ao p\u00f4r-do sol, \u00e9 uma celebra\u00e7\u00e3o dos atos criadores e redentores de Deus. (G\u00ean. 2:1-3; \u00caxo. 20:8-11; Lucas 4:16; Isa. 56:5 e 6; 58:13 e 14; Mat. 12:1-12; \u00caxo. 31:13-17; Ezeq. 20:12 e 20; Deut. 5:12-15; Heb. 4:1-11; Lev. 23:32; Mar. 1:32.)<\/p>\n<h2>21. Mordomia<\/h2>\n<p>Somos despenseiros de Deus, respons\u00e1veis a Ele pelo uso apropriado do tempo e das oportunidades, das capacidades e posses, e das b\u00ean\u00e7\u00e3os da Terra e seus recursos, que Ele colocou sob o nosso cuidado. Reconhecemos o direito de propriedade da parte de Deus por meio de fiel servi\u00e7o a Ele e a nossos semelhantes, e devolvendo os d\u00edzimos e dando ofertas para a proclama\u00e7\u00e3o de Seu evangelho e para a manuten\u00e7\u00e3o e o crescimento de Sua Igreja. A mordomia \u00e9 um privil\u00e9gio que Deus nos concede para desenvolvimento no amor e para vit\u00f3ria sobre o ego\u00edsmo e a cobi\u00e7a. O mordomo se regozija nas b\u00ean\u00e7\u00e3os que adv\u00eam aos outros como resultado de sua fidelidade. (G\u00ean. 1:26-28; 2:15; I Cr\u00f4n. 29:14; Ageu 1:3-11; Mal. 3:8-12; I Cor. 9:9-14; Mat. 23:23; II Cor. 8:1-15; Rom. 15:26 e 27.)<\/p>\n<h2>22. Conduta Crist\u00e3<\/h2>\n<p>Somos chamados para ser um povo piedoso que pensa, sente e age de acordo com os princ\u00edpios do C\u00e9u. Para que o Esp\u00edrito recrie em n\u00f3s o car\u00e1ter de nosso Senhor, n\u00f3s s\u00f3 nos envolvemos naquelas coisas que produzir\u00e3o em nossa vida pureza, sa\u00fade e alegria semelhantes \u00e0s de Cristo. Isto significa que nossas divers\u00f5es e entretenimentos devem corresponder aos mais altos padr\u00f5es do gosto e beleza crist\u00e3os. Embora reconhe\u00e7amos diferen\u00e7as culturais, nosso vestu\u00e1rio deve ser simples, modesto e de bom gosto, apropriado \u00e0queles cuja verdadeira beleza n\u00e3o consiste no adorno exterior, mas no ornamento imperec\u00edvel de um esp\u00edrito manso e tranq\u00fcilo. Significa tamb\u00e9m que, sendo o nosso corpo o templo do Esp\u00edrito Santo, devemos cuidar dele inteligentemente. Junto com adequado exerc\u00edcio e repouso, devemos adotar a alimenta\u00e7\u00e3o mais saud\u00e1vel poss\u00edvel e abster-nos dos alimentos imundos identificados nas Escrituras. Visto que as bebidas alco\u00f3licas, o fumo e o uso irrespons\u00e1vel de medicamentos e narc\u00f3ticos s\u00e3o prejudiciais a nosso corpo, tamb\u00e9m devemos abster-nos dessas coisas. Em vez disso, devemos empenhar-nos em tudo que submeta nossos pensamentos e nosso corpo \u00e0 disciplina de Cristo, o qual deseja nossa integridade, alegria e bem-estar. (Rom. 12:1 e 2; I Jo\u00e3o 2:6; Ef\u00e9s. 5:1-21; Filip. 4:8; II Cor. 10:5; 6:14-7:1; I Pedro 3:1-4; I Cor. 6:19 e 20; 10:31; Lev. 11:1-47; III Jo\u00e3o 2.)<\/p>\n<h2>23. O Casamento e a Fam\u00edlia<\/h2>\n<p>O casamento foi divinamente estabelecido no \u00c9den e confirmado por Jesus como uni\u00e3o vital\u00edcia entre um homem e uma mulher, em amoroso companheirismo. Para o crist\u00e3o, o compromisso matrimonial \u00e9 com Deus bem como com o c\u00f4njuge, e s\u00f3 deve ser assumido entre parceiros que partilham da mesma f\u00e9. M\u00fatuo amor, honra, respeito e responsabilidade constituem a estrutura dessa rela\u00e7\u00e3o, a qual deve refletir o amor, a santidade, a intimidade e a const\u00e2ncia da rela\u00e7\u00e3o entre Cristo e Sua Igreja. No tocante ao div\u00f3rcio, Jesus ensinou que a pessoa que se divorcia do c\u00f4njuge, a n\u00e3o ser por causa de rela\u00e7\u00f5es sexuais il\u00edcitas, e casa com outro, comete adult\u00e9rio. Conquanto algumas rela\u00e7\u00f5es de fam\u00edlia fiquem aqu\u00e9m do ideal, os consortes que se dedicam inteiramente um ao outro, em Cristo, podem alcan\u00e7ar amorosa unidade por meio da orienta\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito e a instru\u00e7\u00e3o da Igreja. Deus aben\u00e7oa a fam\u00edlia e quer que seus membros ajudem uns aos outros a alcan\u00e7ar completa maturidade. Os pais devem educar os seus filhos a amar o Senhor e a obedecer-Lhe. Por seu exemplo e suas palavras, devem ensinar-lhes que Cristo \u00e9 um disciplinador amoroso, sempre terno e sol\u00edcito, desejando que eles se tornem membros do Seu corpo, a fam\u00edlia de Deus. Crescente intimidade familiar \u00e9 um dos caracter\u00edsticos da mensagem final do evangelho. (G\u00ean. 2:18-25; Mat. 19:3-9; Jo\u00e3o 2:1-11; II Cor. 6:14; Ef\u00e9s. 5:21-33; Mat. 5:31 e 32; Mar. 10:11 e 12; Lucas 16:18; I Cor. 7:10 e 11; \u00caxo. 20:12; Ef\u00e9s. 6:1-4; Deut. 6:5-9; Prov. 22:6; Mal. 4:5 e 6.)<\/p>\n<h2>24. O Minist\u00e9rio de Cristo no Santu\u00e1rio Celestial<\/h2>\n<p>H\u00e1 um santu\u00e1rio no C\u00e9u, o verdadeiro tabern\u00e1culo que o Senhor erigiu, n\u00e3o o homem. Nele Cristo ministra em nosso favor, tornando acess\u00edveis aos crentes os benef\u00edcios de Seu sacrif\u00edcio expiat\u00f3rio oferecido uma vez por todas, na cruz. Ele foi empossado como nosso grande Sumo Sacerdote e come\u00e7ou Seu minist\u00e9rio intercessor por ocasi\u00e3o de Sua ascens\u00e3o. Em 1844, no fim do per\u00edodo prof\u00e9tico dos 2.300 dias, Ele iniciou a segunda e \u00faltima etapa de Seu minist\u00e9rio expiat\u00f3rio. \u00c9 uma obra de ju\u00edzo investigativo, a qual faz parte da elimina\u00e7\u00e3o final de todo pecado, prefigurada pela purifica\u00e7\u00e3o do antigo santu\u00e1rio hebraico, no Dia da Expia\u00e7\u00e3o. Nesse servi\u00e7o t\u00edpico, o santu\u00e1rio era purificado com o sangue de sacrif\u00edcios de animais, mas as coisas celestiais s\u00e3o purificadas com o perfeito sacrif\u00edcio do sangue de Jesus. O ju\u00edzo investigativo revela aos seres celestiais quem dentre os mortos dorme em Cristo, sendo, portanto, nEle, considerado digno de ter parte na primeira ressurrei\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m torna manifesto quem, dentre os vivos, permanece em Cristo, guardando os mandamentos de Deus e a f\u00e9 de Jesus, estando, portanto, nEle, preparado para a traslada\u00e7\u00e3o ao Seu reino eterno. Este julgamento vindica a justi\u00e7a de Deus em salvar os que cr\u00eaem em Jesus. Declara que os que permaneceram leais a Deus receber\u00e3o o reino. A termina\u00e7\u00e3o desse minist\u00e9rio de Cristo assinalar\u00e1 o fim do tempo da gra\u00e7a para os seres humanos, antes do Segundo Advento. (Heb. 8:1-5; 4:14-16; 9:11-28; 10:19-22; 1:3; 2:16 e 17; Dan. 7:9-27; 8:13 e 14; 9:24-27; N\u00fam. 14:34; Ezeq. 4:6; Lev. 16; Apoc. 14:6 e 7; 20:12; 14:12; 22:12.)<\/p>\n<h2>25. A Segunda Vinda de Cristo<\/h2>\n<p>A segunda vinda de Cristo \u00e9 a bendita esperan\u00e7a da Igreja, o grande ponto culminante do evangelho. A vinda do Salvador ser\u00e1 literal, pessoal, vis\u00edvel e universal. Quando Ele voltar, os justos falecidos ser\u00e3o ressuscitados e, junto com os justos que estiverem vivos, ser\u00e3o glorificados e levados para o C\u00e9u, mas os \u00edmpios ir\u00e3o morrer. O cumprimento quase completo da maioria dos aspectos da profecia, bem como a condi\u00e7\u00e3o atual do mundo, indica que a vinda de Cristo \u00e9 iminente. O tempo exato desse acontecimento n\u00e3o foi revelado, e somos portanto exortados a estar preparados em todo o tempo. (Tito 2:13; Heb. 9:28; Jo\u00e3o 14:1-3; Atos 1:9-11; Mat. 24:14; Apoc. 1:7; Mat. 24:43 e 44; I Tess. 4:13-18; I Cor. 15:51-54; II Tess. 1:7-10; 2:8; Apoc. 14:14-20; 19:11-21; Mat. 24; Mar. 13; Lucas 21; II Tim. 3:1-5; I Tess. 5:1-6.)<\/p>\n<h2>26. Morte e Ressurrei\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>O sal\u00e1rio do pecado \u00e9 a morte. Mas Deus, o \u00fanico que \u00e9 imortal, conceder\u00e1 vida eterna a Seus remidos. At\u00e9 aquele dia, a morte \u00e9 um estado inconsciente para todas as pessoas. Quando Cristo, que \u00e9 a nossa vida, Se manifestar, os justos ressuscitados e os justos vivos ser\u00e3o glorificados e arrebatados para o encontro de seu Senhor. A segunda ressurrei\u00e7\u00e3o, a ressurrei\u00e7\u00e3o dos \u00edmpios, ocorrer\u00e1 mil anos mais tarde. (Rom. 6:23; I Tim. 6:15 e 16; Ecles. 9:5 e 6; Sal. 146:3 e 4; Jo\u00e3o 11:11-14; Col. 3:4; I Cor. 15:51-54; I Tess. 4:13-17; Jo\u00e3o 5:28 e 29; Apoc. 20:1-10.)<\/p>\n<h2>27. O Mil\u00eanio e o Fim do Pecado<\/h2>\n<p>O mil\u00eanio \u00e9 o reinado de mil anos, de Cristo com Seus santos, no C\u00e9u, entre a primeira e a segunda ressurrei\u00e7\u00f5es. Durante esse tempo ser\u00e3o julgados os \u00edmpios mortos; a Terra estar\u00e1 completamente desolada, sem habitantes humanos com vida, mas ocupada por Satan\u00e1s e seus anjos. No fim desse per\u00edodo, Cristo com Seus santos e a Cidade Santa descer\u00e3o do C\u00e9u \u00e0 Terra. Os \u00edmpios mortos ser\u00e3o ent\u00e3o ressuscitados e, com Satan\u00e1s e seus anjos, cercar\u00e3o a cidade; mas fogo de Deus os consumir\u00e1 e purificar\u00e1 a Terra. O Universo ficar\u00e1 assim eternamente livre do pecado e dos pecadores. (Apoc. 20; I Cor. 6:2 e 3; Jer. 4:23-26; Apoc. 21:1-5; Mal. 4:1; Ezeq. 28:18 e 19.)<\/p>\n<h2>28. A Nova Terra<\/h2>\n<p>Na Nova Terra, em que habita justi\u00e7a, Deus prover\u00e1 um lar eterno para os remidos e um ambiente perfeito para vida, amor, alegria e aprendizado eternos, em Sua presen\u00e7a. Pois aqui o pr\u00f3prio Deus habitar\u00e1 com o Seu povo, e o sofrimento e a morte ter\u00e3o passado. O grande conflito estar\u00e1 terminado e n\u00e3o mais existir\u00e1 pecado. Todas as coisas, animadas e inanimadas, declarar\u00e3o que Deus \u00e9 amor; e Ele reinar\u00e1 para todo o sempre. Am\u00e9m. (II Pedro 3:13; Isa. 35; 65:17-25; Mat. 5:5; Apoc. 21:1-7; 22:1-5; 11:15.)<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"center\"><strong>Fonte:<\/strong> Manual da Igreja Adventista do S\u00e9timo Dia \u2013 Revisado em 1995<br \/>\n(Tatu\u00ed, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1996), pp. 7-17.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cren\u00e7as Fundamentais da Igreja Adventista do S\u00e9timo Dia Os Adventistas do S\u00e9timo Dia aceitam a B\u00edblia como seu \u00fanico credo e mant\u00eam certas cren\u00e7as fundamentais como sendo o ensino das Escrituras Sagradas. Estas cren\u00e7as, da maneira em que s\u00e3o apresentadas aqui, constituem a compreens\u00e3o e a express\u00e3o do ensino das Escrituras por parte da Igreja. 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